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O controle de pragas em restaurantes, bares e cantinas faz parte das boas práticas do setor. Esse procedimento é regido pela Resolução RDC nº 216, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Portanto, se você trabalha no ramo alimentício, deve prestar atenção às normas. Isso evita problemas como contaminação e transmissão de doenças.

O que a Anvisa diz sobre controle de pragas em restaurantes

São considerados pragas urbanas quaisquer animais que signifiquem algum tipo de risco. Eles podem ser vetores de doenças, além de comprometer a qualidade dos alimentos. Exemplos comuns são as baratas, as formigas, as moscas e os ratos.

O problema é que, numa cozinha ou despensa, essas criaturas encontram as condições ideais para se reproduzir. Há abrigo e comida de sobra. Em pouco tempo, as colônias crescem e ameaçam a segurança de seu negócio. Insetos espalham fungos e bactérias capazes de causar infecções intestinais. Já a urina dos roedores pode transmitir leptospirose.

Ou seja, é preciso atenção redobrada para garantir a higiene desses espaços. A Anvisa determina que restaurantes, lanchonetes, refeitórios e similares adotem ações para impedir a proliferação de pragas. Tratam-se de medidas preventivas que incluem limpeza reforçada, bem como serviços profissionais de desinsetização e desratização.

Como evitar pragas urbanas em empresas alimentícias

O controle de pragas em restaurantes começa pela vistoria da estrutura do prédio. Buracos e rachaduras facilitam a entrada dos bichinhos, que se instalam em qualquer canto.

A manutenção dos equipamentos de cozinha também é recomendada. Deve-se evitar o acúmulo de sujeira e lixo, pois os dejetos podem servir de alimento para ratos e baratas.

Porém, não adianta higienizar apenas o local de trabalho. Cupins, por exemplo, podem se esconder num caixote de frutas e chegar ao local por via externa. Logo, sua equipe precisa estar preparada para inspecionar os materiais que chegam ao depósito.

E, mesmo com tantos cuidados preventivos, o estabelecimento continuará vulnerável aos pequenos invasores. Para essas situações, a Anvisa indica o controle químico, que deve ser empregado por uma imunizadora de qualidade.

Essa precaução é necessária porque nem todo inseticida serve. Além de ineficazes, alguns venenos mal administrados contaminam alimentos. Por essa razão, a dedetizadora utiliza apenas substâncias regularizadas pelo Ministério da Saúde.

A Desinservice conta com profissionais treinados para o controle de insetos, de ratos e de cupins e brocas. Oferecemos garantia dos serviços, com assistência técnica durante todo o período. Entre em contato conosco e tire suas dúvidas sobre esses procedimentos. Fones: (55) 3028.6888 / (51) 3723.1502. Atendemos em todo o Rio Grande do Sul.