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Insetos noturnos causam uma série de incômodos. Tem o mosquito que fica zumbindo no nosso ouvido, na hora de dormir. Há as mariposas que voam em torno da lâmpada e caem na mesa do jantar, em meio à comida. Algumas espécies de lagartas e besouros também atacam lavouras à noite, causando quebra na produção.

Porém, você pode evitar os transtornos. A seguir, entenda melhor os hábitos desses animais e conheça medidas para espantá-los de vez.

Por que insetos noturnos voam em torno da lâmpada?

Essas criaturas habitam o planeta Terra há milhões de anos. E algumas espécies evoluíram com comportamentos noturnos. Ou seja, esperam o sol se pôr para sair em busca de alimento.

Durante muitos milênios, a única fonte de luz disponível era a Lua. Os insetos, então, orientavam o voo de acordo com a posição do satélite. Só que a popularização das lâmpadas elétricas bagunçou esse instinto animal.

É por isso que moscas, mariposas e baratas voadoras invadem tanto as residências. Elas são atraídas pela claridade artificial porque seu sistema de navegação está desnorteado. No entanto, essa explicação não vale para mosquitos. A fêmea ataca humanos mesmo no escuro, pois se guia pela nossa respiração.

Claridade também atrai revoadas de cupins

Especialmente na primavera e no verão, é comum encontrar nuvens de cupins alados. São os reprodutores da colônia. Com o calor, o grupo sai do ninho à procura de um novo local para o acasalamento e a reprodução. Mais uma vez, a luz elétrica confunde os sensores dos animais.

A questão é que muitas casas já estão infestadas. As atividades do cupinzeiro permanecem mais brandas durante o inverno, tornando essa praga quase imperceptível. Contudo, quando chega a hora da migração, vem a surpresa: asas e larvas por todos os lados.

Como espantar insetos noturnos

Para evitar problemas com insetos noturnos, basta tomar algumas medidas simples. Recomenda-se fechar as janelas antes do pôr do sol e apagar as luzes. A instalação de telas mosquiteiras nas aberturas da residência também ajuda.

Cabe ressaltar que essas são apenas medidas paliativas. Em áreas com alta concentração de animais, basta um descuido para ocorrer a invasão de uma nova revoada. Nesses casos, a melhor solução é o controle de pragas.

Os serviços de desinsetização e descupinização protegem a área por vários meses. São usadas substâncias autorizadas pelos órgãos de vigilância sanitária, sem risco a humanos ou animais de estimação.

Nos locais em que a aplicação química não seja possível, podem-se instalar armadilhas luminosas. O equipamento usa luz ultravioleta para capturar os insetos num refil adesivo. Assim, o controle se torna fácil e seguro.

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