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A quebra média de grãos de milho chega a 10% do que é produzido no Brasil. Os dados são do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e da Food and Agriculture Organization (FAO).

Um dos principais motivos para essa perda são as pragas que atingem os armazéns. A estocagem inadequada também pode favorecer a contaminação por fungos e microtoxinas. Portanto, é necessário adotar medidas preventivas, que diminuam o prejuízo da agroindústria.

Traças e besouros comprometem a produção agrícola

Em artigo publicado na revista Visão Agrícola, o pesquisador Irineu Lorini, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), cita as principais ameaças à produção de milho do país. Alguns insetos estão entre elas.

Segundo Lorini, certas espécies de besouros são consideradas pragas primárias internas. Os animais perfuram o grão e atacam seu interior para alimentar-se. Já as traças entram na categoria de pragas primárias externas. Elas atingem, principalmente, a casca.

Uma vez danificada, a massa de grãos trincados pode atrair outros tipos de besouros. Esses são denominados pragas secundárias, pois não conseguem romper os produtos inteiros, necessitando da ação de parasitas anteriores. Exemplares como C. ferrugineus, O. surinamensis e T.castaneum multiplicam-se rapidamente, agravando o estrago.

A infestação pode ocorrer ainda na lavoura ou devido à presença de insetos nos locais de armazenamento. Esse risco tende a ser maior em pequenas propriedades familiares, por causa do uso de estruturas rústicas, como paióis de madeira.

Além da quebra quantitativa, a produção também pode perder em qualidade. Pragas comprometem a composição nutricional dos alimentos. Como consequência, reduz-se o valor comercial da saca.

Para evitar tamanho prejuízo, a Embrapa recomenda as seguintes medidas:

– Impermeabilizar piso, paredes e telhado do armazém;

– Manter o teor de umidade a 12% ou 13%;

– Higienizar os grãos, no caso dos a granel, antes do armazenamento;

– Não misturar produtos de safras diferentes;

– Realizar o expurgo com substâncias específicas.

Expurgo de grãos pode salvar sua safra de milho

Inseticidas, defensivos agrícolas e outros químicos devem ser administrados conforme as instruções do fabricante. Superdosagens podem causar contaminações e danos sérios ao meio ambiente.

Por isso, o procedimento de expurgo de grãos precisa ser realizado por profissionais que atendam às normas de segurança. O trabalho envolve a vedação das unidades e o manejo de gás fumigante. Pode ser realizado em silos de concreto, tulhas, vagões de trens e porões de navios, entre outros lugares.

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