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Se você é do campo, provavelmente está acostumado a conviver com carrapatos. Esses parasitas são comuns em animais de grande porte, como bois e cavalos, mas também podem atingir cães e aves domésticas.

Só que existem espécies adaptadas ao ambiente urbano, também. Por isso, ninguém está totalmente a salvo dessas minúsculas criaturas – nem mesmo as pessoas. E é bom se preocupar, pois os transtornos podem ser grandes.

Carrapato-estrela e a febre maculosa

O Amblyomma cajennense, conhecido como micuim ou carrapato-estrela, é encontrado na zona rural. O parasita vive na grama e se alimenta de sangue. Para comer, ataca o gado e animais silvestres, a exemplo das capivaras.

No Brasil, a principal preocupação é quando o artrópode está infectado com a bactéria Rickettsia rickettsii. Ela é a responsável pela febre maculosa, uma doença que atinge humanos e tem alto grau de letalidade. Os sintomas começam com indisposição e temperatura corporal elevada. Depois, podem evoluir para manchas avermelhadas pelo corpo.

Para evitar o contágio, trabalhadores rurais e visitantes de fazendas precisam manter-se longe dos carrapatos. Indica-se vestir calça e botas de cano alto em áreas infestadas. Ainda, roupas claras ajudam a identificar possíveis parasitas.

Caso você encontre um micuim em seu corpo, remova-o com uma pinça. Não esmague o animal, pois essa ação pode liberar bactérias nocivas.

Carrapato marrom: praga adaptada à cidade

Se você prefere concreto a mato, também deve ficar alerta. A espécie Rhipicephalus sanguineus, o carrapato marrom, sobrevive tranquilamente em locais secos e escuros. Batentes de portas e janelas, rodapés, estrados de camas, quadros de parede e frestas em muros são alguns dos esconderijos possíveis.

Essa variedade consegue passar até 200 dias sem alimento, mas nem é preciso esperar tanto. Cães viram um alvo fácil. O problema é que os peludos podem adoecer devido a microrganismos transmitidos pelos parasitas. Erliquiose, babesiose e hepatozoonose são algumas das infecções causadas pelo carrapato marrom.

Aí você pergunta: como controlar uma infestação? Ao contrário do que costumamos recomendar para ambientes tomados por cupins, baratas e formigas, não adianta fazer faxina. Os carrapatos são resistentes a produtos de limpeza.

Portanto, a maneira efetiva de resolver o problema é acionar uma equipe de dedetização. O controle de pragas utiliza substâncias profissionais, que eliminam colônias e criam uma barreira protetora, impedindo a chegada de novos invasores. O procedimento segue manuais de boas práticas e cumpre todas as normas de segurança determinadas pelos órgãos reguladores.

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Orçamentos para Controle de Pragas, Sanitização e Higienização de Reservatórios