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Você já se perguntou por que é tão difícil livrar-se dos cupins? Entre as respostas possíveis, estão as mandíbulas fortes desses animais e sua capacidade de alojar-se no interior das edificações. Mas não se preocupe: há maneiras de manter as criaturas afastadas do perímetro urbano, para que cumpram seu real papel no planeta.

Cupins: melhor que fiquem na floresta

Os cupins têm mais de uma função na natureza – e nem estamos nos referindo ao fato de que servem de alimento para outros seres. Na verdade, eles ajudam a decompor árvores mortas. Também constroem túneis no solo, um movimento necessário para a drenagem da terra e a distribuição da matéria orgânica.

Em resumo, esses animaizinhos colaboram para manter as florestas mais férteis. São, portanto, um elemento essencial para o ciclo da vida. O problema acontece quando a colônia se instala numa residência ou num estabelecimento comercial. Nesses casos, o prejuízo costuma ser alto.

As criaturas não comem apenas madeira. Como obtêm energia da celulose, podem consumir papel, papelão e até alguns tipos de tecido. É por isso que roupas, livros e caixas também sofrem avarias.

E a reprodução da “família” é rápida. A rainha dos cupins vive cerca de 30 anos, chegando a botar até 60 mil ovos no período. As crias ficam protegidas no solo ou em alvenarias. Aí, quando você encontra larvas, é provável que a infestação já esteja forte.

Cupins se espalham pelo prédio inteiro

As mandíbulas de um cupim são poderosas. Algumas espécies chegam a corroer paredes e até fiações elétricas para ir em busca de alimento. Por isso, podem ser encontradas não só em móveis, mas também no forro das casas e nos caixões perdidos, que são peças de madeira instaladas em lajes de concreto.

Um prédio inteiro pode ficar comprometido. Estimativa da Associação Nacional de Controle de Pragas dos Estados Unidos indica que US$ 5 bilhões sejam perdidos, anualmente, em função de prejuízos na construção civil daquele país.

Profissionais do ramo tentam encontrar saídas. Por exemplo, as chamadas madeiras de lei, como jacarandá e cedro, são naturalmente resistentes a fungos e insetos. No entanto, o uso dessas variedades na indústria moveleira do Brasil é controlado, como forma de prevenir a extinção.

Existe, ainda, a aplicação de substâncias químicas nas peças. O material que já vem tratado de fábrica é venenoso aos cupins. Infelizmente, a garantia desse efeito é limitada, então decks, pergolados e outras estruturas externas continuam em risco.

A descupinização definitiva acontece com o controle de pragas urbanas. O serviço envolve diferentes procedimentos.

Os profissionais realizam uma investigação técnica, para localizar possíveis focos de infestação, e administram produtos específicos. Trata-se de uma prática tanto curativa, no caso de colônias já existentes, quanto preventiva, impedindo a chegada de novos intrusos.

Entre em contato com a Desinservice e solicite um orçamento para o controle de cupins e brocas. Fones: (55) 3028.6888 / (51) 3723.1502. Atendemos em todo o Rio Grande do Sul.

Orçamentos para Controle de Pragas, Sanitização e Higienização de Reservatórios