Blog Desinservice

Novidades e conteúdo exclusivo sobre saúde ambiental.

O ano de 2020 foi marcado pela pandemia do novo coronavírus, que mudou a rotina de todos ao redor do planeta. Por isso, talvez, tenha se falado menos de uma doença que contaminou quase 1 milhão de brasileiros neste ano: a dengue. E esse número ainda pode estar subnotificado em função do isolamento social e da concentração de esforços no combate à Covid-19.

A Região Sul do Brasil, onde estamos, foi a segunda com maior incidência de casos, atrás apenas do Centro-Oeste. Sempre que chega o calor, que concentra a estação mais chuvosa, as campanhas de conscientização sobre a dengue recomeçam, pois a prevenção deve ser um esforço individual e, também, coletivo.

Separamos 7 fatos sobre a dengue que vão te surpreender. Continue a leitura e conheça todos eles.

1. Uma pessoa pode ser infectada por dengue até 4 vezes

Isso é porque existem 4 sorotipos da doença e, uma vez infectado com um deles, a pessoa adquire imunidade permanente somente em relação àquele sorotipo, podendo contrair os demais tipos.

2. Somente a fêmea Aedes Aegypti transmite a doença

A fêmea é a responsável pelo desenvolvimento dos ovos e, para isso, precisa do sangue e tem a função de picar os humanos. Ela tem um tamanho menor do que os mosquitos comuns e tem hábitos diurnos. Pode ser facilmente identificada pela presença de listras brancas em seu corpo.

Mosquito da dengue

As listras brancas são o elemento de maior diferenciação do mosquito da dengue.

Saiba mais: O mosquito é o animal que mais mata pessoas

3. A dengue não é contagiosa de pessoa para pessoa

Isso significa que a contaminação só é possível através da picada da fêmea de um mosquito Aedes Aegypti que esteja infectada por ter picado alguém com a doença.

Dessa forma, a dengue não é transmissível de pessoa para pessoa, nem por objetos ou alimentos que alguém infectado tenha tocado.

4. A dengue não tem cura através de remédios ou tratamentos específicos

A medicação tem efeito sintomático, para aliviar os sintomas como dores, febre e mal-estar, mas a cura é promovida pelo próprio corpo, ao longo de aproximadamente 10 dias.

A automedicação é perigosíssima em caso de dengue, pois algumas substâncias analgésicas e antitérmicas podem prejudicar a coagulação sanguínea e trazer complicações que levam a óbito. É fundamental que a medicação seja prescrita por um médico, pois além de avaliar a gravidade da dengue que o paciente apresenta, ele também indicará medicamentos que não ofereçam risco.

5. Os ovos não morrem no frio e nem em locais secos

A fêmea do mosquito buscará locais com água parada para colocar seus ovos, mas ela também poderá buscar locais com “maiores chances” de acumular água da chuva. Os ovos do Aedes aegypti podem durar meses em locais secos e eclodir até mesmo com uma gota de água.

Por isso, além de eliminar focos de água parada é importante lavar os recipientes com esponja e sabão, além de realizar o controle de insetos com empresa especializada periodicamente, para exterminar possíveis ovos de mosquito e criar uma barreira protetora que afaste a presença dos mosquitos.

Saiba mais: Mosquitos: o que você precisa saber para acabar com eles

6. A dengue se diferencia da gripe por não apresentar sintomas respiratórios

Algumas pessoas desenvolvem a versão assintomática da doença e nem percebem que estão infectadas. Entre aqueles que manifestam sintomas é possível observar quadros leves e graves. Os sintomas mais comuns da dengue são:

  • Febre alta, de 39 a 40 graus, com início abrupto;
  • Dor de cabeça frontal e retro-orbital (atrás dos olhos);
  • Dores no corpo, nas articulações e músculos;
  • Prostração;
  • Náusea e vômito;
  • Manchas vermelhas pelo corpo.

Na maioria dos casos, os sintomas duram até 10 dias, sendo que o mal-estar e a fraqueza podem permanecer por mais tempo. Em casos mais graves da doença podem ocorrer dores abdominais generalizadas, vômitos persistentes e manifestações hemorrágicas.

7. Contra a dengue, você tem um papel como indivíduo e como cidadão

Já é consenso que cada um deve fazer a sua parte na prevenção à dengue e no combate à proliferação do Aedes aegypti, o que significa eliminar todos os focos de água parada, não acumular lixos ou entulhos que empocem água da chuva, além de outros cuidados preventivos.

O que nem sempre é dito tem relação com o papel de cada um como cidadão, ou seja, nossa obrigação de informar ou mesmo denunciar situações de descaso com a saúde pública: terrenos em situação de abandono que viraram criadouro de mosquitos, imóveis com piscinas sem tratamento e sem cobertura, locais com lixo acumulado favorecendo os focos de água parada, entre outros.

Nestes casos, é fundamental notificar o órgão competente junto à administração municipal. Isso auxiliará a fiscalização a tomar atitudes que beneficiem a coletividade.

Saiba mais: Por que ainda existe dengue no Rio Grande do Sul?

O que você deve saber para prevenir a dengue

Agora que você já conhece esses 7 fatos sobre a dengue, temos um presente para complementar seus conhecimentos sobre essa doença: um infográfico temático.

Clique no banner e siga os passos para baixar gratuitamente o material. Você pode usar essa ilustração para orientar seus familiares, inclusive crianças e idosos, a reconhecerem o mosquito da dengue e entender os riscos.

Infográfico grátis - Previna-se da Dengue

Para aumentar as medidas preventivas, conte com a experiência da Desinservice no controle de insetos. Nós utilizamos produtos domissanitários registrados e licenciados pela Anvisa e temos equipes preparadas para garantir a saúde do seu ambiente com toda a segurança para as pessoas, animais e meio ambiente.

Entre em contato conosco e solicite um orçamento. Whatsapp: (55) 99905-3373. Atendemos em todo o Rio Grande do Sul.

Orçamentos para Controle de Pragas, Sanitização e Higienização de Reservatórios

Posts Relacionados

Utilizamos cookies para melhorar a sua experiência em nosso site. Ao continuar navegando você concorda com a nossa política de privacidade.
Aceitar