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Mosquitos transmitem doenças, cupins destroem os móveis e ratos contaminam alimentos. Felizmente, para todos esses casos, existe o controle integrado de pragas, um conjunto de medidas que acabam com as infestações.

O artigo de hoje traz tudo que você precisa saber sobre o assunto. A seguir, conheça quais cuidados tomar para impedir a entrada dos invasores. Veja, ainda, o que fazer quando as colônias já se espalharam pelo ambiente.

O que são pragas urbanas e por que tê-las sob controle

Pragas urbanas são animais que crescem de maneira desordenada na cidade, geralmente porque encontram alimento de sobra e não têm predadores naturais por perto. Elas também podem causar danos à saúde e prejuízos econômicos, conforme explicação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Estamos falando de ratos, baratas, formigas, cupins e outros insetos. Essas criaturas espalham sujeira por onde passam, sendo capazes de detonar móveis ou mesmo estruturas inteiras de um prédio.

Para piorar, muitas dessas espécies carregam microrganismos nocivos, como vírus, bactérias e fungos. Dessa forma, acabam contaminando a água que a gente bebe e a comida estocada na despensa, além de transmitir doenças a pessoas e animais domésticos.

Por isso, é importante encontrar medidas para evitar infestações. A proliferação de pragas ameaça o bem-estar de todo mundo ao redor.

O que é o controle integrado de pragas

O controle integrado de pragas é, justamente, um conjunto de ações que previnem infestações por parasitas no ambiente. O processo vai muito além da aplicação de inseticidas, até porque esses produtos não resolvem o problema.

Trata-se, isto sim, de uma mudança sistêmica de comportamento. Vamos a um exemplo?

Bem, todo comerciante sabe que deve manter seu armazém limpo. Porém, os caixotes de frutas dos fornecedores podem chegar à loja já cheios de cupins. Ou seja: mesmo com tanto zelo, o local fica suscetível à deterioração causada por essas criaturas. E agora?

É para evitar situações como essa que você deve investir num controle integrado. Ele prevê práticas tanto preventivas quanto curativas para o manejo de pragas, impedindo que os invasores se alastrem pelo local.

Saiba mais: 5 sinais de infestação por cupim

Boas práticas no controle integrado de pragas

Bem, mas de quais práticas estamos falando? Tudo começa pela observação do entorno. É isso que vai determinar as ações necessárias para prevenir o surgimento de pragas.

Perceba: um restaurante, uma fábrica ou uma escola estão situados em determinada região geográfica, com características específicas, certo? Pode ser que o bairro tenha muitas árvores, o que eleva a incidência de mosquitos. Já numa zona extremamente urbanizada, talvez a porta de acesso ao prédio fique próxima a uma boca de lobo, por onde circulam ratos e baratas.

Nesses cenários, a instalação de barreiras físicas ajuda a manter a área de trabalho livre de pragas. Telas nas janelas, grades nos ralos e até armadilhas eletromagnéticas para pombos são algumas opções.

Outro cuidado indispensável diz respeito à higiene. A maioria dos insetos encontra abrigo em cantos escuros e sujos. Portanto, faxinas periódicas tornam o lugar inóspito para as colônias.

Ainda, deve-se prestar atenção ao descarte do lixo. O acúmulo de dejetos, especialmente em latões a céu aberto, também atrai pragas urbanas variadas. Até mesmo as formigas, aparentemente inofensivas, podem carregar fungos e bactérias causadores de doenças.

Louça suja acumulada na pia pode atrair pragas

Louça suja acumulada na pia pode atrair pragas.

Conheça os 4 As do controle de pragas

Outra maneira ainda mais didática de pensar no controle integrado de pragas é conhecida como quatro As. No caso, acesso, abrigo, alimento e água. Cortando esses elementos, fica mais fácil conter os invasores. Entenda por quê:

1. Acesso

O topo de uma construção pode virar morada para pombos, que fazem ninho no telhado, e para cupins, que se instalam no forro de madeira. No longo prazo, essas estruturas acabam ficando comprometidas.

Logo, deve-se evitar que os animais fixem morada ali. No caso das aves, a sugestão é instalar grades e equipamentos que impeçam o pouso. Já os cupins e outros insetos costumam migrar à noite, sendo necessário fechar portas e janelas durante o período.

Telas protetoras, como dito anteriormente, também ajudam a mantê-los do lado de fora.

2. Abrigo

Quando uma praga consegue furar o bloqueio, ela sai à procura de um cantinho para dar início à colônia. Ratos, por exemplo, constroem sua toca num vão da parede, atrás de um armário ou no meio de entulhos. E os insetos são igualmente campeões em encontrar esconderijos inusitados.

Nesse ponto, o trabalho consiste em manter o ambiente limpo. Higienize as superfícies regularmente e evite o acúmulo de lixo, inclusive em pátios ou outras áreas externas.

3. Alimento

Dentre os quatro As do controle integrado de pragas, talvez esse seja o mais importante. Você precisa cortar a fonte de alimentação dos intrusos.

Não basta guardar os produtos em potes fechados. É necessário, ainda, limpar as sobras que ficam em panelas, pratos e fogões. Um pouco de farelo sobre a mesa já é suficiente para atrair baratas e formigas – que podem ser vetores de doenças.

Já os latões de lixo devem permanecer fechados o tempo todo. Isso porque os restos de comida que você descarta são uma refeição completa para insetos e ratos.

4. Água

Por fim, lembre-se de evitar água parada em potes, vasos e calhas. Uma poça não só mata a sede das pragas, como se torna criadouro do famigerado Aedes aegypti, mosquito transmissor de dengue, chikungunya, zika e febre amarela.

Para completar a inspeção, confira se os reservatórios estão vedados e limpos.

Saiba mais: Veja quando e por que limpar a caixa d’água

Controle integrado de pragas impede o avanço de infestações

Vale o alerta: as precauções citadas anteriormente colaboram para proteger o local, mas nem sempre impedem uma infestação. Por isso, nos casos mais complicados, você tem que chamar ajuda especializada.

Junto às medidas de caráter preventivo, o controle integrado de pragas ainda engloba o manejo de substâncias químicas. Essa é uma ação para eliminar eventuais focos de infestações, já que os bichinhos se escondem em qualquer fresta de assoalho e podem sobreviver à limpeza do ambiente.

Mais que isso, os produtos criam uma barreira protetora que age por várias semanas, afastando insetos, ratos e cupins. Em outras palavras, o tratamento impede a formação de novas colônias.

Tudo acontece sem comprometer a saúde das pessoas. No entanto, os domissanitários químicos demandam conhecimento técnico para uma aplicação segura.

É por isso que serviços como desinsetização, desratização e descupinização devem ser realizados por uma imunizadora licenciada pela Fepam. Esse é o órgão que regulamenta a atividade de controle de pragas no Rio Grande do Sul.

Saiba mais: Tiramos 8 dúvidas sobre dedetização de ambientes

Precisa de ajuda? Então chame a Desinservice. Nossos profissionais passam por capacitação periódica e seguem todos os protocolos de segurança para garantir a eficácia dos procedimentos. Nós atuamos com:

  • Controle de insetos, que elimina pragas como baratas, formigas, moscas, aranhas, traças, pulgas e escorpiões;
  • Controle de pombos, um conjunto de técnicas para afastar as aves sem usar veneno;
  • Controle de ratos, que pode utilizar gaiolas, iscas adesivas ou iscas com raticida, conforme o grau de infestação;
  • Controle de cupins e brocas, um tratamento poderoso para impedir que esses insetos destruam as estruturas de madeira no seu imóvel.

Entre em contato conosco e solicite um orçamento! Fones: 0800 042-0291 / (55) 3028-6888 / (51) 3723-1502. Whatsapp: (55) 99905-3373. Atendemos em todo o Rio Grande do Sul e em Santa Catarina.

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