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Todo imóvel demanda alguns cuidados de manutenção periódicos. Um deles é a limpeza da caixa d’água, que deve ser realizada pelo menos a cada seis meses. Esse procedimento evita não só o acúmulo de sujeira, mas também a presença de pragas que podem se proliferar no recipiente e transmitir doenças.

O ideal é que condomínios, estabelecimentos comerciais e indústrias montem um cronograma para a renovação do serviço. E as datas devem coincidir com os períodos mais convenientes.

Hoje vamos explicar por que o inverno é uma ótima época para a higienização de reservatórios de água. Confira!

Por que limpar a caixa d’água no inverno

A seguir, apresentamos quatro motivos para realizar a limpeza da caixa de água durante a estação mais fria do ano. Logo depois, vamos reforçar a importância desse procedimento e dar dicas de como fazê-lo corretamente.

1. Consumo de água é menor no inverno

Está certo que hidratação é essencial todos os dias, independentemente da temperatura lá fora. Mesmo quando há chuva, geada ou até neve, o corpo humano continua sentindo necessidade de líquidos. Isso ajuda a equilibrar as funções do organismo e diminui as consequências desagradáveis das alergias.

Porém, o fato é que as pessoas costumam sentir menos sede no inverno. As idas ao bebedouro da firma acabam sendo menos frequentes.

Além disso, os indivíduos não transpiram tanto. Logo, sujam menos roupa e não precisam usar a máquina de lavar com tanta periodicidade. Até a quantidade de banhos, ou pelo menos o tempo embaixo do chuveiro, tende a ser menor. Basta comparar a conta de água de julho com a de janeiro e você terá uma ideia disso.

Durante a higienização do reservatório, é preciso interromper o fornecimento de água no prédio. Portanto, nada melhor que escolher um período em que a demanda já seja naturalmente mais baixa. Essa estratégia evita o desabastecimento.

Saiba mais: Evite alergias e outras doenças comuns no trabalho
2. Pragas não seguem o calendário

Se o consumo de água para lavar roupa ou encher piscinas diminui no inverno, o mesmo não se pode dizer da incidência de pragas. Com o frio, essas criaturas procuram lugares aquecidos para se refugiar. E o telhado de uma edificação, justamente onde ficam instalados os reservatórios, pode ser um ótimo abrigo.

Os ratos e os pombos são as maiores preocupações. Esses animais podem invadir caixas d’água para saciar a sede. O problema é que, em alguns casos, eles ficam presos dentro do equipamento e morrem afogados. Imagine o perigo que um bicho em decomposição representa para quem consumir aquele líquido…

Outra situação que merece destaque é a do Aedes aegypti. O mosquito transmissor de dengue, zika e chikungunya se reproduz em água limpa e parada. Mesmo que os insetos adultos não resistam às temperaturas geladas, os ovos e as larvas podem sobreviver nesse ambiente. Desse modo, é importante manter um controle frequente da praga para evitar surtos de doenças no futuro.

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3. Reservatórios podem sofrer deterioração

Não são apenas as pragas que podem causar prejuízos. O próprio desgaste dos equipamentos leva à deterioração, que se acentua quando não há os devidos cuidados.

A água armazenada nos reservatórios contém minerais e materiais biológicos, como bactérias. Com o tempo, essa mistura de elementos vai criando incrustações escuras que se depositam nas paredes internas do recipiente. Essa crosta vai causando mau cheiro e, se não for removida, pode entupir a tubulação e até corroer o revestimento da caixa d’água.

Nem precisamos mencionar as consequências dessas fissuras, né? Vazamentos, infiltrações e, nos casos mais graves, rompimentos. Então, só resta preparar o bolso, pois o conserto das estruturas danificadas sairá muito mais caro que a higienização do reservatório.

4. Planejamento diminui transtornos

Agora imagine a seguinte situação: você tem uma casa de praia. Aproveitando que fez um calor inesperado em outubro, sua família decide passar o feriadão do dia 12 no litoral. O problema é que, chegando lá, a residência está empoeirada, os quartos cheiram a mofo e, sim, a caixa d’água precisa de limpeza.

Uma faxina geral resolveria esses problemas, mas por que gastar um dia inteiro com tarefas domésticas, quando vocês poderiam estar curtindo a beira do mar? O melhor é realizar a manutenção do ambiente antes da viagem, de modo que todo mundo possa aproveitar a folga ao máximo depois.

No caso da higienização do reservatório, o inverno se mostra a época certa para a realização da tarefa. Como o tempo recomendado para renovar o procedimento é de seis meses, você pode limpar a caixa d’água ali por agosto ou setembro. Dá para curtir a temporada de férias sem medo, pois a água estará limpinha para beber, tomar banho e cozinhar.

Saiba mais: Conheça as doenças que você evita ao limpar a caixa d’água

Como é feita a higienização de reservatórios de água

Já deu para entender a importância da limpeza da caixa de água no inverno, né? O procedimento evita avarias no equipamento e diminui o risco de doenças. Sem contar que, planejando o serviço para a estação mais fria, você reduz eventuais transtornos por causa do desabastecimento. A água do prédio estará própria para o consumo sempre que o público precisar.

O desafio, agora, é encontrar a empresa adequada para fazer a higienização de reservatórios. Sim, esse é um trabalho destinado a profissionais. As equipes são treinadas para operações em altura, utilizam equipamentos de segurança e conhecem as melhores práticas para realizar a tarefa com a máxima eficiência.

O procedimento não se limita à faxina com água e esponja. Esses recursos colaboram na limpeza, mas não servem para eliminar os microrganismos presentes no local.

Por essa razão, as equipes fazem a limpeza em três etapas. Primeiro, esvaziam o reservatório. Em seguida, efetuam o enxágue e a desinfecção bacteriológica com materiais específicos. Somente então ocorre a reposição de água potável.

Saiba mais: Tire suas dúvidas sobre limpeza de caixa d’água

Você precisa de um orçamento para higienização de reservatórios de água neste inverno? Então fale com a Desinservice! Utilizamos a mais alta tecnologia e seguimos todas as recomendações dos órgãos fiscalizadores.

Lembre-se: segundo a resolução RDC nº 216, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, as caixas d’água devem ser limpas num intervalo máximo de seis meses. Ainda, devem estar livres de rachaduras, infiltrações e vazamentos. O texto diz respeito a empresas do setor alimentício, mas essas boas práticas se estendem a outros ramos de atividade.

Estamos prontos para lhe ajudar. Entre em contato conosco! Fones: (55) 3028.6888 / (51) 3723.1502. Atendemos em todo o Rio Grande do Sul.

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