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O recente incêndio do Museu Nacional, no Rio de Janeiro, aumentou a lista de prédios históricos destruídos pela falta de manutenção. Embora ainda não se saiba a causa exata do sinistro, era notório que o local tinha fiação exposta e estruturas de madeira tomadas por cupins. Como os insetos podem causar curto-circuito, uma hipótese provável é de que o fogo tenha começado na rede elétrica.

Cupins e o risco de incêndio

Os cupins de madeira seca (Cryptotermes brevis) atacam principalmente os móveis. Eles são reconhecidos pelo rastro de fezes que deixam no ambiente, na forma daquele pozinho granulado. À medida que a colônia aumenta, os animais vão devorando cadeiras, armários e outras peças até deixá-las ocas.

Porém, existe uma espécie de apetite ainda mais voraz. São os cupins subterrâneos (Coptotermes gestroi), que vivem na umidade. Muitos fazem ninho no solo, mas também podem se instalar na alvenaria para procurar comida.

Essas criaturas de mandíbulas poderosas constroem túneis com fezes, areia e restos da própria alimentação. Assim, conseguem se espalhar por paredes e fiações. Quando chegam aos conduítes, produzem uma substância ácida que, misturada a excrementos e saliva, deteriora o cabeamento elétrico.

Ou seja, cupins aumentam as chances de incêndio em decorrência dos danos que causam numa edificação. E o problema é que, muitas vezes, as soluções encontradas para lidar com a praga apresentam novos perigos.

Como realizar uma descupinização segura

Em 1999, a Igreja de Nossa Senhora do Carmo, em Mariana-MG, também foi afetada pelo fogo. O prédio histórico, construído entre 1790 e 1826, estava fechado para restauração. As chamas começaram por conta do estouro de uma lâmpada, mas se alastraram rapidamente devido à presença de um produto para matar cupins. O composto, à base de querosene, era altamente inflamável.

Além do risco de acidentes, o uso dessas substâncias não é aconselhável para a descupinização. Elas são voláteis, isto é, evaporam rapidamente. Assim, têm efeito imediato, mas não protegem a área de infestações futuras.

Por isso, o procedimento deve ser realizado por uma empresa autorizada pelos órgãos reguladores. Os profissionais utilizam equipamentos de proteção individual (EPIs) e seguem manuais de boas práticas para reforçar a segurança do local. Para completar, administram domissanitários eficazes no combate e na prevenção de pragas.

A Desinservice oferece garantia de um ano no controle de cupins e brocas. Entre em contato conosco e solicite um orçamento. Fones: (55) 3028.6888 / (51) 3723.1502. Atendemos em todo o Rio Grande do Sul.

Orçamentos para Controle de Pragas, Sanitização e Higienização de Reservatórios