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Você sabe o que uma fábrica, uma barragem de minério e um caminhão de gasolina têm em comum? Todos esses estão suscetíveis a acidentes que podem causar emergências ambientais. São situações graves e que merecem uma resposta rápida – seja para evitar, seja para ao menos minimizar o impacto da tragédia.

Hoje vamos tirar as principais dúvidas sobre esse assunto. Fique conosco para entender quais são os perigos de um acidente ambiental e como agir se houver problemas.

O que é um acidente ambiental?

O conceito de acidente ambiental diz respeito a um evento não planejado e indesejado. Esse acontecimento pode causar danos ao meio ambiente e à saúde pública, de maneira imediata ou indireta. Também devemos citar os possíveis prejuízos econômicos e sociais decorrentes do sinistro.

E o que são emergências ambientais?

Emergência ambiental é um conceito mais amplo, que contempla as ameaças súbitas ao bem-estar do meio ambiente ou à saúde pública. Um problema desses pode acontecer por causa de falhas em tecnologias e sistemas industriais, mas também devido a um desastre natural.

Ou seja: podemos concluir que um acidente ambiental tem potencial para se tornar uma emergência, caso não sejam tomadas as medidas corretivas. No entanto, nem toda emergência ambiental vem de um acidente, pois pode ser consequência de um deslizamento de terra, um maremoto ou um furacão, por exemplo.

Quais são os tipos de emergência ambiental possíveis?

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) classifica os eventos da seguinte forma: derramamento de líquidos; lançamento de sólidos; explosão/incêndio; vazamento de gases; produtos químicos ou embalagens abandonadas; desastre natural; mortandade de peixes; rompimento e outros.

A partir daí, é possível pensar em cenários que seriam denominados emergências ambientais. Confira alguns deles:

  • Descarte, em local incorreto, de lixo hospitalar ou material biológico de laboratórios (culturas de microrganismos, tecidos de animais etc.);
  • Vazamento de líquido industrial ou combustível em rodovias;
  • Derramamento de óleo em praias;
  • Rompimento de barragem com rejeitos minerais, podendo contaminar solo e rios;
  • Quebra de dutos e tubulações na indústria;
  • Incêndio em plantas industriais, com eventual liberação de material contaminante.

Quais são as consequências das emergências ambientais?

Segundo relatório do Ibama, o solo e o mar são os pontos mais atingidos por acidentes ambientais. Há aí o risco de contaminação por materiais químicos e biológicos, o que compromete o desenvolvimento da fauna e da flora na região. Ainda, o lençol freático pode ser atingido, tornando a água imprópria para consumo humano.

Além desse impacto, vale lembrar que as situações adversas põem em risco a vida das pessoas de outras maneiras. Certos sinistros causam ferimentos e até óbitos.

Saiba mais: Controle de pragas preserva o meio ambiente

O que fazer em caso de emergência ambiental?

Qualquer cidadão pode avisar o Ibama ao detectar uma acidente envolvendo óleo, ácido ou outro produto perigoso. Esse é procedimento adotado em explosões, colisões de veículos, descarrilamentos de trens de carga, incêndios, vazamentos e derramamentos.

O abandono de material tóxico também deve ser reportado ao instituto. Entram nessa categoria o despejo de rejeitos industriais em córregos e rios, ou então o descarte de lixo hospitalar em via pública, terrenos baldios e aterros comuns.

A Instrução Normativa nº15/2014 determina que o poluidor responsável pelo empreendimento ou atividade licenciada pelo Ibama deve, obrigatoriamente, comunicar o sinistro às autoridades. Isso é necessário mesmo que medidas de controle já estejam sendo tomadas naquele momento.

Para relatar um acidente ambiental, você precisa acessar o Sistema Nacional de Emergências Ambientais (Siema) e preencher o formulário on-line. Se o site estiver inoperante, envie e-mail para [email protected]. O Ibama disponibiliza este modelo para comunicado de acidente ambiental.

O Ibama é o único órgão a ser avisado?

Não. A responsabilidade de atuar em caso de emergências ambientais é de todos os entes da federação, desde que tenham equipamentos e condições de atender ao incidente. Isso significa que município e estado devem fazer sua parte.

Por exemplo, imagine que um caminhão tombou na estrada, derramando óleo sobre a pista. Nessa situação é importante interditar o fluxo de veículos para impedir novos acidentes. Ou seja: a Polícia Rodoviária tem que ser acionada. Outras autoridades também podem contribuir, como o Corpo de Bombeiros, a Defesa Civil e a Polícia Ambiental.

Vale lembrar que o Ibama conta com Núcleos de Prevenção e Atendimento a Emergências Ambientais (Nupaem) instalados em todos os estados do Brasil. Essas coordenações são formadas por equipes multidisciplinares, com biólogos, agrônomos, geólogos, químicos etc. Os profissionais são treinados e capacitados para realizar a gestão, a prevenção e a resposta a acidentes ambientais.

Como a Desinservice ajuda a resolver emergências ambientais?

A Desinservice possui equipamentos específicos para a remoção do contaminante e a limpeza da área.

Quando há derramamento de óleo ou outra substância química, nossa equipe desloca um caminhão especial até o local do acidente. Então, é feita a sucção do material para dentro do veículo, seguida da higienização do perímetro afetado. Depois o poluente é transportado em segurança até o terreno de descarte.

Como funciona o descarte dos resíduos?

O material contaminante deve ser descartado em local especialmente preparado para esse fim. O destino varia de acordo com o tipo de resíduo em questão. Compare a diferença:

Resíduos químicos: geralmente são enviados para aterros industriais, ou então incinerados em fornos próprios para tal função;

Resíduos biológicos: primeiro passam por um processo de descontaminação em autoclave, o que elimina possíveis agentes infecciosos, e em seguida são embalados em sacos plásticos específicos para descarte em aterro (saco branco com o símbolo universal de risco biológico);

Resíduos sanitários: dejetos da fossa séptica ou da caixa de gordura são considerados infectantes, pois podem contaminar o solo e o lençol freático com bactérias, de modo que devem ser encaminhados a uma estação de tratamento de esgoto ou a um aterro licenciado.

Saiba mais: Como funciona o esvaziamento de fossa e por que realizá-lo

Tirou suas dúvidas? Esperamos que o conteúdo de hoje tenha sido útil para você.

Lembre-se: a Desinservice segue as melhores práticas de segurança ambiental. Conte conosco para controlar situações de emergência. Também atuamos com serviços de desentupimento, sanitização, higienização de reservatórios de água, expurgo de grãos e controle de pragas.

Precisando de nossa ajuda, basta entrar em contato para solicitar um orçamento. Fones: (55) 3028.6888 / (51) 99548 6391. WhatsApp (55) 99905.3373. Atendemos em todo o Rio Grande do Sul.

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